Passivo trabalhista: impacto da tecnologia na construção - Autodoc

Passivo trabalhista: impacto da tecnologia na construção

Tecnologia permite às construtoras minimizar passivos trabalhistas

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Gerencie toda a jornada construtiva com soluções simples e práticas

Conheça os softwares e sistemas que têm mudado a construção civil.

Em 2020, mais de 426 mil processos deram entrada no Tribunal Superior do Trabalho (TST). A maior parte deste volume consiste em contestações relacionadas a pagamento de horas extras, intervalos intrajornada, indenização por dano moral e responsabilidade solidária. Processos desta natureza podem pegar a empresa de surpresa e impactar severamente o seu planejamento financeiro e estratégico.

Para evitá-los são necessárias ações contundentes para redução de riscos e de passivos trabalhistas (valores devidos judicialmente a título de obrigações trabalhistas não cumpridas).

Uma estratégia bastante comum é adotar um sistema de controle de ponto. Mas será que essa solução é a mais assertiva para a realidade das obras? Vamos falar mais sobre isso no post de hoje. Continue conosco:

Controle de documentação

A gestão de um canteiro de obras é complexa e não pode prescindir de uma verificação cuidadosa e contínua da documentação de colaboradores, bem como de um controle total sobre os prestadores de serviços.

Para agilizar todos esses processos, a tecnologia tem sido uma aliada importante. Plataformas como o Autodoc GD4 foram desenvolvidas para atender a necessidade das construtoras de homologar e gerir a documentação de colaboradores, incluindo terceiros, reduzindo passivos trabalhistas. 

Para se ter uma ideia, uma construtora com dois canteiros de obras simultâneos e 150 colaboradores pode ter que gerenciar cerca de 2600 documentos por dia. Como fazer isso sem o apoio de uma solução digital robusta?

Mais segurança jurídica

Muitas construtoras têm encontrado resposta a essa pergunta no GD4, software que faz a análise e a aprovação automática de documentos trabalhistas e fiscais, além de incorporar uma agenda de treinamentos para assegurar que todos os trabalhadores tenham sido previamente treinados.

Esse é o caso da Even, uma das maiores incorporadoras e construtoras do país, atuante nos segmentos residencial e comercial. O diretor de operações, Marcelo Morais, contou sobre os desafios que a empresa enfrentou antes de adotar o GD4 a partir de 2014.

“A nossa rotatividade média anual de colaboradores girava em torno de 50%. Além disso, havia uma equipe de obras dedicada ao controle dos documentos e precisávamos de maior eficácia no controle da validade desses documentos”, contou o executivo.

Esse cenário mudou com a utilização do GD4. A plataforma transformou o controle de acesso da Even em um sistema de validação inteligente, que garante que nenhum colaborador com irregularidade na documentação tenha acesso ao canteiro. 

“Com essa solução, também tornou-se possível incorporar um componente social, garantindo que o trabalhador no canteiro esteja sendo devidamente pago”, comentou Marcelo Morais, lembrando que, em um contexto de pandemia, o GD4 auxiliou a implantação de protocolos contra a Covid-19. A Even conquistou, ainda, ganhos no quesito sustentabilidade, uma vez que o GD4 viabilizou a redução drástica da quantidade de papel no canteiro.

Como funciona?

A Autodoc preparou uma série de vídeos tutoriais para explicar passo a passo como o sistema GD4 funciona. Você pode conferir como esse software opera de forma inteligente e integrada às catracas de acesso nos canteiros, com dispositivo móvel e tecnologia IoT (Internet das Coisas). Clique aqui e veja, por exemplo, como cadastrar um fornecedor no sistema ou como gerar um crachá. É bastante simples.

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Até a próxima!

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Foto de Juliana Nakamura

Juliana Nakamura

É jornalista (PUC-SP) pós-graduada em Mídias Digitais (FMU) e especializada na cobertura de temas relacionados à construção civil, mercado imobiliário, arquitetura e urbanismo. Colabora com a Autodoc desde 2020, escrevendo textos para o blog e conteúdos ricos.

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